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Dos antigos balcões à indústria de ponta, os pequenos negócios ajudam a contar os 119 anos de Anápolis
No Bairro Jundiaí, um novo endereço ajuda a contar uma história iniciada há mais de quatro décadas. A Agência da Regional Centro-Leste do Sebrae Goiás, inaugurada em junho de 2026, representa mais do que a entrega de uma estrutura moderna. É a primeira sede própria da instituição fora da capital e amplia a capacidade de atendimento aos pequenos negócios de 23 municípios.
A unidade leva o nome do empresário Luiz Medeiros Pinto, em reconhecimento à contribuição dele para o fortalecimento do setor produtivo e para o desenvolvimento de Anápolis. A homenagem conecta passado, presente e futuro em uma cidade que chega aos 119 anos nesta sexta-feira, 31 de julho, com uma economia moldada pela capacidade de empreender.

Dos tropeiros e comerciantes de cereais às indústrias farmacêuticas, operações logísticas e empresas de tecnologia, cada ciclo deixou marcas nas ruas e na vida dos moradores. Por trás dessa transformação estão milhares de pequenos negócios que geram empregos, movimentam a renda e levam os efeitos do crescimento econômico para os bairros. São lojas, oficinas, consultórios, salões, restaurantes, transportadoras, prestadores de serviços e pequenas fábricas. Negócios que surgem com diferentes tamanhos e histórias, e juntos caracterizam a identidade empreendedora de Anápolis.
Uma cidade que cresceu em torno do comércio
Anápolis chega aos 119 anos com população estimada em 420,3 mil habitantes e uma posição estratégica entre Goiânia, a cerca de 60 quilômetros, e Brasília, a 154 quilômetros. O Produto Interno Bruto (PIB) municipal alcançou R$ 20,4 bilhões em 2023 — dado consolidado mais recente —, o quarto maior de Goiás.

Essa força está apoiada em uma economia diversificada e em uma infraestrutura que reúne o Distrito Agroindustrial de Anápolis – DAIA, com quase 200 indústrias e mais de 20 mil empregos diretos, um dos principais polos farmoquímicos do país, o Porto Seco Centro Oeste e conexões rodoviárias e ferroviárias. Na estrutura aeroviária, o Aeroporto de Anápolis, destinado à aviação civil. Já o terminal de cargas permanece como projeto estratégico para ampliar a capacidade logística do município.
A força econômica de Anápolis também se apóia em uma ampla rede de pequenos negócios. Eles representavam mais de nove em cada dez empresas ativas no município — quase 58 mil empreendimentos. Presentes em todos os bairros e setores geram renda, atendem à população e integram as cadeias da indústria, da logística, do comércio e da inovação. Sozinha, Anápolis reúne cerca de 6,2% dos pequenos negócios de Goiás, segundo dados da Receita Federal em julho de 2026.
Todo esse desenvolvimento começou com Anápolis se destacando como lugar de passagem, encontro e negociação. Quando ainda se chamava Santana de Goiás e depois Vila de Sant’Anna das Antas, tropeiros, produtores rurais, beneficiadores de cereais e comerciantes movimentavam uma economia que se organizava em torno das trocas e do abastecimento da região em torno do vilarejo.

A chegada da estrada de ferro ampliou esse movimento. Mercadorias passaram a circular em maior volume, novos moradores chegaram e a cidade fortaleceu sua posição como entreposto comercial. Mais tarde, cerâmicas, distribuidores e comerciantes anapolinos participaram do fornecimento de materiais, alimentos e equipamentos para a construção de Goiânia e Brasília.
Em 08 de fevereiro de 1936, a criação da Associação Comercial de Anápolis, atual Associação Comercial e Industrial de Anápolis (ACIA), deu forma institucional à mobilização dos empresários. A entidade, que completou 90 anos em 2026, atravessou diferentes ciclos econômicos e participou das articulações relacionadas a alguns dos principais projetos estruturantes do município.

Para o presidente da ACIA, Luiz Cláudio Ledra, compreender a história econômica de Anápolis exige olhar para quem mantinha a cidade em movimento antes mesmo da chegada das grandes empresas. “Antes da consolidação das grandes indústrias, foram os comerciantes, produtores, prestadores de serviços e pequenas empresas que abasteceram a cidade, geraram trabalho, atenderam as famílias e sustentaram o crescimento dos bairros”, afirma.
Esse comércio nasceu concentrado na região central, mas acompanhou a expansão urbana. À medida que novas áreas residenciais surgiram, pequenos mercados, farmácias, oficinas, lojas e prestadores de serviços passaram a atender os moradores mais perto de casa.

Luis Miguel Mendes, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Anápolis (CDL), observa que essa descentralização criou novas centralidades econômicas. “Conforme a cidade se expandiu, os pequenos estabelecimentos cumpriram um papel fundamental, eles que levaram produtos, serviços e circulação de renda para dentro dos bairros”, destaca.
Regiões como Jundiaí, grande Jaiara e Recanto do Sol, além dos corredores formados ao longo das principais avenidas, passaram a reunir comércio, serviços e oportunidades de trabalho. O crescimento deixou de acontecer apenas no Centro e se espalhou por Anápolis.
Dos balcões do Centro aos novos hábitos de consumo
Air Ganzarolli acompanhou boa parte dessa transformação de perto. Antes de abrir uma loja de roupas e calçados, trabalhou por aproximadamente 20 anos nas Casas Pernambucanas e passou por diferentes cidades de Goiás e Minas Gerais. Em Anápolis, construiu uma trajetória de mais de 40 anos de atuação, que reuniu comércio, associativismo e vida pública.
Presidiu a CDL Anápolis entre 1992 e 1994 e novamente entre 2003 e 2004. Foi vice-prefeito do município de 1997 a 2000, exerceu o cargo de secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Agricultura e, atualmente, preside a Diretoria Executiva do Sindicato do Comércio Varejista de Anápolis (Sincovan-GO), além de ser um dos vice-presidentes da Fecomércio.
O empresário afirmou que por conhecer tão bem as necessidades da cidade pode garantir que o município não teria crescido se não fosse o trabalho do Sebrae e de todas as instituições ligadas ao Sistema S, além da ACIA e CDL. Segundo ele, sempre manteve uma relação próxima com todos, e que a orientação técnica oferecida pelo Sebrae contribuiu para o desenvolvimento de muitos empresários da cidade.

Suas lembranças ajudam a reconstruir uma época em que o Centro era o destino quase obrigatório para quem precisava fazer compras. “Era um período de muito movimento de rua. Pessoas de todos os bairros e de várias cidades da região recorriam ao Centro de Anápolis”, recorda.
Aos poucos, o cenário mudou. O comércio ganhou força nos bairros, grandes redes chegaram ao município e as vendas digitais alteraram a relação entre consumidores e lojas. Hoje, o cliente pesquisa preços, compara produtos, conversa com empresas pelas redes sociais e conclui pagamentos pelo celular.
Luis Miguel Mendes explica que a transformação digital não elimina a força do pequeno comércio. Ao contrário, cria a necessidade de unir tecnologia e proximidade. “O consumidor de Anápolis se tornou muito mais exigente, informado e conectado. Hoje, ele não quer apenas um produto; busca atendimento de excelência, facilidade e valor agregado”, afirma. Para ele, a disputa com grandes redes e plataformas de comércio eletrônico, o diferencial dos pequenos negócios continua sendo a capacidade de conhecer o cliente e se adaptar rapidamente e construir relações de confiança.
Entretanto, essa mudança de comportamento do consumidor anapolino reflete diretamente o centro da cidade: “o consumidor não precisa mais se deslocar como antes. Os bairros ganharam estrutura comercial e as vendas pela internet mudaram o comportamento de compra”, avalia Ganzarolli.
O empresário também defende que essa mudança exige um novo posicionamento das entidades classistas e principalmente do setor público, para voltar a dinamizar o centro de Anápolis. A avaliação é de que o centro precisa oferecer melhores condições de circulação e novas razões para que as pessoas voltem a frequentá-lo. “O centro vive um momento difícil e precisa ser repaginado, com a renovação das calçadas, revitalização das fachadas e criação de atrativos sociais e culturais”, enfatiza.
Industrialização amplia oportunidades para os pequenos negócios
O comércio abriu caminhos, mas a industrialização mudou a escala da economia anapolina. A instalação da Base Aérea, em 1972, e a inauguração do Distrito Agroindustrial de Anápolis (DAIA), em 09 de novembro de 1976, marcaram a entrada da cidade em uma nova etapa.
Rodovias, Porto Seco e Ferrovia Norte-Sul reforçaram posteriormente a posição estratégica do município no centro do país. Anápolis passou a combinar indústria, distribuição de mercadorias, serviços especializados e conexão com diferentes mercados.

As feiras empresariais acompanharam essa mudança. Criada em 1968, a Feira da Amostra da Indústria Anapolina, posteriormente também conhecida como Feira Agroindustrial de Anápolis, (FAIANA) apresentou a produção fabril ainda incipiente e artesanal da cidade, reunindo comerciantes e pequenas manufaturas no antigo Parque de Exposição Agropecuária da cidade.
A feira ajudou a pavimentar a passagem de uma economia predominantemente agrícola e comercial para um ambiente industrial mais estruturado. A FAIANA deu lugar à Feira da Indústria e Comércio de Anápolis (FICAN). Em formato maior, o evento passou a reunir empresários, investidores e autoridades, além de funcionar como ambiente para apresentação de produtos, realização de negócios e atração de novas empresas. A chegada das grandes indústrias, entretanto, não substituiu os pequenos negócios. Criou novas demandas para eles.
“A indústria de Anápolis nunca cresceu sozinha. Cada nova empresa criou demanda por transporte, alimentação, manutenção, construção, contabilidade, segurança, tecnologia, saúde, educação, hospedagem e diversos outros serviços”, ressalta Luiz Cláudio Ledra.

Para o gerente do Sebrae na Regional, Sérgio Monturil, a diversidade econômica do município continua abrindo espaço para fornecedores e prestadores de serviços de diferentes portes. “Em uma cidade onde existem grandes empresas industriais, um importante polo logístico e um comércio diversificado, há inúmeras oportunidades para pequenos fornecedores e prestadores de serviços”, explica.
É justamente nessa conexão que os pequenos negócios ajudam a espalhar os efeitos da industrialização. O investimento feito em uma grande operação chega aos bairros por meio de salários, compras locais, contratos de manutenção, alimentação, transporte e diferentes serviços. “O verdadeiro desenvolvimento acontece quando o investimento gera empregos, fortalece os fornecedores locais, movimenta o comércio, amplia a renda das famílias e cria oportunidades para os pequenos negócios”, completa Ledra.
Sebrae e o apoio aos pequenos negócios
A presença do Sebrae em Anápolis começou em 1985, quando a instituição ainda se chamava Centro de Assistência Gerencial de Goiás, o CEAG. O atendimento funcionava no sexto andar do antigo prédio da Caixa Econômica Federal, na Rua Engenheiro Portela, no Centro. A estrutura era modesta e a sala de treinamento lembrava uma sala de aula. Mas era ali que os empresários encontravam orientações para organizar as contas, melhorar as vendas, administrar estoques e compreender melhor o próprio negócio.

Tânia Aparecida da Silva é uma das profissionais que teve parte da vida dedicada aos pequenos negócios, iniciou no Sebrae em setembro de 1986, como analista técnica. Em maio de 1989, assumiu a gerência da unidade de Anápolis, função que exerceu até dezembro de 2011. Foram aproximadamente 22 anos à frente do escritório e cerca de 30 anos de atuação na cidade.
Naquele período, a equipe não esperava que os empresários chegassem até ela. O atendimento também acontecia dentro das entidades representativas. “Às segundas-feiras, participávamos das reuniões da CDL. Às quartas-feiras, estávamos na ACIA. Também trabalhávamos com associações menores, sindicatos, Sesc, Senac, Senai e muitas outras”, recorda Tânia.

Em 1991, o CEAG passou a se chamar Sebrae Goiás. O trabalho se ampliou e incorporou novas frentes, como gestão, finanças, acesso a mercados, educação empreendedora, inovação e desenvolvimento territorial. O atendimento deixou o antigo prédio da Caixa e passou a funcionar em uma residência na Rua Quintino Bocaiúva. Em 2002, a unidade foi transferida para a Avenida Minas Gerais, no Jundiaí, em um imóvel adaptado às necessidades da instituição. Mais do que mudanças de endereço, cada espaço representou uma fase da relação entre o Sebrae e os empreendedores de Anápolis.
Nas primeiras décadas, assim como nos dias de hoje, algumas dificuldades frequentes persistem, como a organização financeira, aponta a especialista. “Muitos não separavam a pessoa física da pessoa jurídica e não conheciam a real situação financeira da empresa. Sem fluxo de caixa e sem controle, não conseguiam saber se o negócio estava realmente dando resultado”, conta Tânia.
A profissional também destaca o papel da imprensa Anapolina na contribuição do crescimento econômico da cidade: “antes mesmo de termos uma assessoria de imprensa estruturada enviava textos para as rádios, TV e os veículos que tinha na cidade e eles sempre nos ajudavam na divulgação informando a população, esse apoio era fundamental,” destaca.
Cursos, consultorias, feiras e projetos setoriais passaram a fazer parte da rotina. Em 1996, Anápolis recebeu a primeira turma do Empretec, voltada ao desenvolvimento do comportamento empreendedor. O Sebrae também apoiou feiras empresariais, projetos de fortalecimento do artesanato e ações realizadas em parceria com ACIA, CDL, sindicatos, Juizado da Infância e Juventude de Anápolis e instituições de ensino.

Em 2023, a Feira do Empreendedor e a Expo Anápolis, realizadas conjuntamente, atraíram mais de 10 mil visitantes durante quatro dias de programação no Centro de Convenções da cidade. Desde então a Feira do Empreendedor vem sendo realizada na cidade anualmente, sempre com apoio de entidades classistas e da Universidade Evangélica de Goiás, UniEvangélica, que este ano está prevista para o fim de setembro próximo.
Para Tânia, a nova sede representa a materialização de uma história construída coletivamente. “Eu ajudei o Sebrae a crescer, mas ele também me ajudou a crescer. Sinto muita emoção ao perceber que fiz parte dessa história, como tantos colegas e parceiros, como Arildo Francisco Costa (in memorian), o senhor Ubiratan Lopes, a proprietária da Imagem Produção e Eventos, Sirley Oliveira, Drº Carlos Limongi, Ruy Abdalla (in memorian), Ridoval Chiareleto (in memorian), Deocleciano Moreira Alves (in memorian), Wilmar Carvalho, Sutan Falluh (in memorian), Reinaldo Del Fiaco, Wilson de Oliveira, e tantos outros; relembra com emoção.
Em 2011 Tânia deixou Anápolis para liderar a fundação da Regional de Posse, no nordeste goiano, e dois anos depois, num processo de reestruturação do Sebrae Goiás, decidiu sair e criar a própria empresa, a “Tânia & Tanis Treinamento e Consultoria”, retornando à cidade. Também conta que hoje tem entre seus clientes o Sebrae que, segundo ela, representa a consolidação de um relacionamento profissional fortemente enraizado na base do respeito e da transparência.
Nova Agência amplia atendimento a 23 municípios
A nova Agência da Regional Centro-Leste foi planejada para atender às necessidades atuais de quem empreende. Instalada em uma área de 1,1 mil metros quadrados, possui 450 metros quadrados de área construída, estacionamento, auditório para 60 pessoas, espaços de atendimento individualizado, acessibilidade e previsão de geração de energia fotovoltaica.

Sérgio Monturil, explica que o espaço atende tanto quem pretende abrir uma empresa quanto quem já possui um negócio. “A unidade oferece orientações ao Microempreendedor Individual (MEI), apoio na renegociação de dívidas, no planejamento, na melhoria da gestão e no acesso ao crédito, além de capacitações e programas destinados também às Microempresas (ME) e às Empresas de Pequeno Porte (EPP). Atendemos empreendedores urbanos e rurais”, detalha.
O atendimento inclui iniciativas como Sebraetec, Sebrae na Sua Empresa, Conexão Financeira, Ecossistema Local de Inovação, acesso a mercados e Agentes Locais de Inovação, dentre outros projetos desenvolvidos pela instituição. A estrutura atende Anápolis e outros 22 municípios da região.
Para Ewerton Costa, analista na Regional, responsável pela área de inovação, a nova Agência precisa ser compreendida como parte de um projeto de desenvolvimento mais amplo. “Mais do que um novo prédio, essa estrutura amplia nossa capacidade de atendimento, oferece um ambiente moderno para capacitações, consultorias e eventos e aproxima ainda mais o Sebrae dos empreendedores e das instituições parceiras”, afirma.

O perfil das demandas também mudou. Os controles feitos à mão deram lugar a sistemas de gestão, dados, plataformas digitais e vendas em múltiplos canais. Ao lado dos desafios tradicionais, como acesso ao crédito, custos operacionais e planejamento financeiro, surgiram novas exigências relacionadas à tecnologia, produtividade e inovação. “Os empresários precisam inovar continuamente, incorporar tecnologias, utilizar inteligência de dados, melhorar a gestão financeira, ampliar a presença digital e desenvolver estratégias para acessar novos mercados”, acrescenta Ewerton.
Setores como saúde, agronegócio, economia criativa, tecnologia e serviços especializados são apontados como campos de oportunidade. Para aproveitá-los, porém, os pequenos negócios precisam estar preparados para atender às exigências das grandes cadeias produtivas.
Pequenos negócios presentes em cada fase
Ao completar 119 anos, Anápolis carrega uma identidade formada por diferentes ciclos econômicos. A cidade dos tropeiros tornou-se entreposto ferroviário. O comércio de cereais deu espaço às indústrias. Os antigos balcões passaram a conviver com vitrines virtuais, pagamentos instantâneos e ferramentas de inteligência de dados.
Em cada uma dessas mudanças, os pequenos negócios estiveram presentes. Foram eles que abasteceram as famílias, acompanharam a formação dos bairros, prestaram serviços às indústrias e transformaram grandes investimentos em renda circulando dentro do município.
Os desafios do futuro já estão postos
A cidade precisa formar e reter mão de obra qualificada, ampliar a produtividade, revitalizar áreas comerciais tradicionais, facilitar o acesso ao crédito e aproximar pequenos fornecedores das grandes empresas. Também precisa garantir que inovação e transformação digital cheguem aos empreendedores de todos os portes.
A resposta apontada por todos os entrevistados passa pela mesma força que ajudou Anápolis a chegar até aqui: a cooperação. Empresas, entidades representativas, instituições de ensino, Sebrae e poder público terão de atuar de maneira integrada para que o crescimento econômico se traduza em oportunidades concretas. No Jundiaí, a nova Agência Regional Centro-Leste materializa essa continuidade. Dos primeiros atendimentos em uma pequena sala no Centro à estrutura que hoje alcança 23 municípios, permanece o compromisso de apoiar quem empreende.
Às vésperas de celebrar mais um aniversário, Anápolis olha para o futuro sem perder de vista as pessoas que construíram sua história. Atrás de cada balcão, oficina, consultório, loja, restaurante ou pequena fábrica existe uma parte da cidade. E é com essas pessoas que Anápolis continua crescendo, gerando trabalho e transformando desenvolvimento econômico em qualidade de vida.
INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA
Na sede do Sebrae: Taissa Gracik – (62) 99887-5463 | Kalyne Menezes – (62) 99887-4106
Na Regional Centro-Leste | Anápolis: Agência Entremeios Comunicação / Leidiana Batista – (62) 9862-66155
Acesse aqui o Site do Sebrae Goiás.
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