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Corregedor da Justiça do DF relata experiência na Corregedoria Nacional de Justiça em livro

Publicado em: 05/08/2026 22:27

O corregedor da Justiça do Distrito Federal, desembargador Arnoldo Camanho, participou, nesta terça-feira, 4/8, do lançamento do livro “Conselho Nacional de Justiça: entre o caráter regulatório e sancionador e a implementação de políticas públicas pelo Poder Judiciário”, na sede do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O magistrado é autor do capítulo 4 da obra, intitulado “Inspeções e Correições da Corregedoria Nacional de Justiça: do planejamento à execução, passo a passo”.

No capítulo, o desembargador relata sua experiência à frente da Assessoria de Correição e Inspeção da Corregedoria Nacional de Justiça, função que exerceu a convite do ministro Mauro Campbell. “Honrado com o convite, aceitei a tarefa sem hesitação, mas confesso que não fazia ideia do tamanho do desafio e da grandiosidade da experiência que, com o tempo, se mostrou rica e inesquecível”, escreveu o corregedor.

Ao abordar o trabalho desenvolvido pela Corregedoria Nacional, o desembargador destaca que as inspeções e correições resultam de um planejamento sério e meticuloso, conduzido por magistrados e servidores comprometidos com a excelência no desempenho de suas funções. Na conclusão do capítulo, afirma esperar ter contribuído para que todo o trabalho fosse realizado da melhor forma possível e registra agradecimento especial ao ministro Mauro Campbell, cujo convite lhe proporcionou “o mais alto nível de preparação para o cargo que acabei vindo a exercer, de corregedor do TJDFT“.

Durante a cerimônia, o ministro Mauro Campbell destacou que o livro “não apenas descreve um órgão constitucional, mas retrata uma instituição viva, em permanente transformação, que ainda ensaia modelos, corrige rumos e busca o difícil equilíbrio entre a severidade necessária e a generosidade da construção institucional“.

De acordo com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do CNJ, ministro Luís Edson Fachin, “o CNJ deixou de ser apenas um locus de natureza correicional ou de monitoramento institucional para torna-se, também, objeto de investigação acadêmica, produção científica e reflexão qualificada. Isso revela a maturidade alcançada por uma instituição que, ao longo da sua trajetória, ampliou a capacidade de coordenar políticas judiciárias nacionais, promover boas práticas e simular soluções para que desafios ultrapassem os limites de cada tribunal singularmente considerados”.

Também prestigiaram o lançamento o presidente da Amagis-DF, juiz Carlos Martins Filho; o juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça, Lizandro Garcia; a secretária-geral  da Corregedoria da Justiça do Distrito Federal, Sandra Cadete, a chefe de gabinete, Claudia Torres, a assessora Nilva Donizete Alves, além de outros magistrados.

*Com informações do CNJ.

Fonte: Agência de Notícias do Estado do DF

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