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Subseção de São Sebastião promove palestras de conscientização contra o machismo e violência contra a mulher com 500 jovens

Publicado em: 30/03/2026 16:00

Encerrando a programação do Mês da Mulher, nesta sexta-feira (27), a subseção de São Sebastião deu um passo no futuro ao trabalhar temas como machismo, violência contra a mulher e equidade de gênero com 500 jovens do Centro Educacional Zumbi dos Palmares.

Para a presidente da Subseção, Patricia Landers, trabalhar com os jovens e adolescentes é fundamental para gerar transformação efetiva na sociedade. Esse é um momento em que os jovens e as jovens se entendem no mundo e trazer essa consciência sobre os efeitos negativos do machismo, sobre empoderamento feminino e sobre respeito é um primeiro passo para um futuro sem violência contra a mulher”, pontua.

A iniciativa contou com duas frentes de trabalho: uma voltada para os alunos e outra abordagem dedicada às alunas.

Não ao machismo
Para os alunos, a palestra teve como tema “Homem de respeito: desconstruindo o machismo e ensinando a ser homem sem ser machista”. A atividade foi ministrada pelo copresidente da subseção, Lucas Fagner, e pelo secretário-adjunto da Caixa de Assistência à Advocacia (CAADF), Luis Landers.

Para Lucas Fagner, a temática, apesar de sensível, é atual e necessária. “Há uma real necessidade de conscientização de jovens e adolescentes sobre a violência de gênero, que ainda é latente no Brasil. Ademais, é uma prática que não é, e não pode ser, aceita em nossa sociedade”, destaca.

Segundo Luís Landers, ao conscientizar as gerações em formação, a advocacia mais uma vez cumpre seu papel de servir à sociedade, desta vez de forma preventiva. “O objetivo da palestra foi conscientizar os jovens de São Sebastião, trazendo o entendimento de que nós, como homens, temos o dever de respeitar e proteger as mulheres e de que o machismo já não é mais bem-vindo em nossa sociedade”, afirma.

Empoderamento
Já para as alunas, o foco da palestra foi conscientizar sobre a condição da mulher na sociedade, abordando temas como igualdade de gênero, empoderamento e prevenção da violência contra a mulher. A palestra foi ministrada pela conselheira seccional Ariadna Augusta, pela advogada Priscila Bassan e pela presidente da Comissão de Sucessões da subseção do Guará, Tatyanna Zanlorenci.

Para Ariadna Augusta, responsável pela parte legislativa: “ensinar a Lei Maria da Penha para meninas é informar que ninguém pode gritar, ameaçar ou machucar mulheres, que isso é violência e que pedir ajuda é coragem é o primeiro passo para se proteger”.

Priscila Bassan, explica que a violência contra a mulher não se limita à agressão física. “Ela começa no silêncio, no controle e na desvalorização. Informar é proteger, e reconhecer os sinais é o primeiro passo para romper esse ciclo”, enfatiza.

Por fim, Tatyanna Zanlorenci falou sobre equidade de gênero e fortalecimento das mulheres. “Empoderar essas meninas é fazê-las pensar e refletir sobre ser mulher e, principalmente, ser e estar onde quiserem”, destacou.

Jornalismo OAB/DF

Fonte: Agência de Notícias do Estado do DF

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