Compartilhar
Tribunal homenageia juíza Maria Isabel de Lourdes Silva pela sua aposentadoria
O presidente em exercício, desembargador Roberval Belinati, afirmou que a magistrada não encerra apenas um ciclo funcional, mas conclui uma caminhada marcada por vocação, compromisso com a Justiça, sensibilidade humana e excelência técnica, virtudes que deixam marcas profundas em todos aqueles que conviveram com a homenageada ao longo de quase três décadas de magistratura.

O corregedor da Justiça, desembargador Mário-Zam Belmiro Rosa, destacou a personalidade e a boa convivência com a juíza. “O sentimento que transborda é de admiração. As palavras não são suficientes para expressar a gratidão e o apreço que sinto. O que me cativa em Maria Isabel é sua alegria e a profundidade de suas amizades, como demonstram as inúmeras presenças aqui hoje. Ela é uma líder nata, uma figura notável. É comum que algumas pessoas iniciem suas jornadas de forma promissora, mas enfrentem dificuldades ao longo do caminho. Maria Isabel, enfrentou desafios desde o início, mas finaliza sua trajetória de maneira magnífica. Parabéns por essa conquista. A demonstração de carinho e reconhecimento hoje aqui é notável e merecida”.
Como representante da Associação dos Magistrados do Distrito federal (Amagis/DF), o juiz Pedro Yung Tay Neto falou sobre a trajetória da colega. “Maria Isabel personifica uma geração de magistrados que não apenas desbravaram novos caminhos, mas também os pavimentaram com competência, coragem e dignidade, o que possibilitou que inúmeras mulheres trilhassem uma jornada mais justa, reconhecida e respeitada. Sua dedicação consolidou a presença feminina em posições de liderança, não por concessão, mas como consequência natural do mérito, da capacidade e da autoridade que construiu ao longo de seus anos de serviço. É imperativo reconhecer que a magistratura do Distrito Federal é aprimorada por sua presença. Sua influência continuará a reverberar nos valores que cultivou, nas instituições que ajudou a fortalecer e nas pessoas que inspirou”, declarou.

Em sua fala de despedida, a magistrada recordou sua trajetória profissional. “São passados 30 anos desde o dia em que tomei posse no TJDFT. Era a realização de um sonho que julgava impossível. Aliás, nem fazia parte dos meus sonhos. Como juíza, tive o privilégio de decidir sobre questões que impactaram profundamente a vida de tantas pessoas. Vi, em cada processo, histórias, conflitos, dores e esperanças. Procurei compreender que dentro de cada narrativa existiam vidas reais que exigiam sensibilidade, equilíbrio e responsabilidade”, lembrou a juíza Maria Isabel.

A colega e amiga, desembargadora aposentada Carmelita Brasil, ressaltou que a juíza construiu uma trajetória marcada pela firmeza, sensibilidade e um compromisso inabalável com a magistratura e com as pessoas. “Sua atuação como líder nacional deixa um legado que transcende decisões e continuará sendo uma voz forte na defesa da classe, sempre atenta às necessidades coletivas, mas, sobretudo, sem esquecer as demandas individuais de cada colega magistrado ou magistrada. Essa capacidade de enxergar o humano é uma de suas maiores grandezas”.
Também prestigiaram a solenidade o juíz auxiliar da Presidência, Eduardo Rosas; o juiz auxiliar da 1ª Vice-Presidência, Luis Martius Junior; os juízes auxiliares da Corregedoria Caio Brucoli, Monize Marques e João Marcos Guimarães Silva; o Secretário-Geral, Celso de Oliveira; a Secretária de Gestão de Pessoas do TJDFT, Carmen Lemes – que entregou uma placa em homenagem à magistrada Maria Isabel de Lourdes Silva; o servidor que atuou diretamente com a homenageada, Gilberto José dos Passos Junior; desembargadores(as); juízes(as); amigos(as) e familiares da homenageada.
Confira o álbum de fotos da cerimônia.
