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TJDFT participa do 6º Encontro Nacional de Memória do Poder Judiciário
Com o tema “Amazônia, Direitos Humanos e os desafios da Agenda 2030”, o evento reuniu representantes de todo o país para debater a gestão documental, a preservação da memória institucional e a valorização do patrimônio cultural do Judiciário.
Promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no âmbito do Programa Nacional de Gestão Documental e Memória do Poder Judiciário (Proname), instituído pela Resolução CNJ nº 316/2020, o ENAM consolidou-se como um dos principais espaços de articulação nacional.
Na ocasião, a secretária do TJDFT destacou que a participação no 6º ENAM foi uma experiência enriquecedora e uma imersão na cultura paraense, o que evidenciou que a memória institucional vai além dos suportes físicos e digitais, que se manifesta, também, no patrimônio imaterial e nos valores compartilhados. Segundo a servidora, a vivência em Belém revelou a forte presença da fé e das tradições na construção da identidade coletiva, aspecto percebido nas atividades, oficinas e visitas técnicas.
A secretária ressaltou ainda a relevância acadêmica do evento, especialmente nas discussões sobre patrimônio, preservação e memória. Enfatizou que a preservação da memória brasileira decorre do equilíbrio entre rigor técnico e tradições culturais. Ao final, manifestou gratidão pelo acolhimento recebido e reafirmou a importância da cooperação institucional e a disponibilidade do TJDFT para fortalecer parcerias na área.
ENAM

Ao longo das edições, o ENAM tem impulsionado a difusão de boas práticas, fomentado a cooperação entre tribunais e fortalecido iniciativas voltadas à preservação histórica, com reflexos positivos na organização de acervos e na ampliação do acesso público à informação.
A edição deste ano foi organizada pelo Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA), pelo Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT-8) e pelo Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA), com o apoio do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).
A programação incluiu palestras, painéis, oficinas e visitas técnicas, sobre temas relacionados memória institucional, sustentabilidade, preservação documental, direitos humanos e difusão cultural. Entre os destaques, estiveram debates sobre o papel das instituições de memória na promoção dos direitos humanos e atividades voltadas à mediação cultural e difusão de acervos.
O evento contou também a entrega do Prêmio CNJ Memória do Poder Judiciário, a aprovação da Carta da Amazônia, a publicação da 2ª edição da Revista Memojus, com o tema “Gestão de Memória e Inovação”, e atividades culturais, como a “Caminhada Paid’égua da Memória” e visita ao Memorial Amazônico “Verônica Tembé”.
