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São Paulo tem as três universidades estaduais entre as dez melhores do país em ranking, com a USP na liderança
Unicamp aparece em segundo lugar e Unesp ocupa a sexta posição no Ranking Universitário Folha de 2026
As três universidades públicas estaduais de São Paulo estão entre as dez melhores do país no Ranking Universitário Folha (RUF) de 2026. A Universidade de São Paulo (USP) ocupa a primeira posição, seguida pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em segundo lugar. Já a Universidade Estadual Paulista (Unesp) está na sexta colocação.
A USP alcançou 99,10 pontos, em uma escala de até 100 pontos, e se destacou nos indicadores de pesquisa e mercado de trabalho. A instituição também voltou ao primeiro lugar no indicador ensino, posição que não ocupava desde a primeira edição do ranking, em 2012.
A melhora nesse indicador ocorreu após o Conselho Universitário da instituição aprovar, em 2025, a participação dos estudantes no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). A prova avalia os conhecimentos dos alunos nos anos finais dos cursos de graduação.
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De acordo com o ranking, antes da adesão ao exame, a nota da universidade nesse indicador era estimada com base no resultado médio mínimo de instituições semelhantes.
O RUF avalia 205 universidades públicas e privadas brasileiras a partir de cinco indicadores: ensino, pesquisa, mercado de trabalho, inovação e internacionalização. O ranking considera aspectos como a produção científica, a qualidade da formação acadêmica e a avaliação de profissionais do mercado sobre as instituições.
A Unicamp, segunda colocada na classificação geral, manteve a liderança no indicador de inovação, que considera a contribuição das universidades para o desenvolvimento de novas tecnologias. A Unesp alcançou 94,1 pontos e ficou na sexta posição, marcando a presença das três universidades estaduais paulistas entre as dez primeiras colocadas.
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Nesta edição, o indicador de pesquisa passou a considerar também citações de trabalhos científicos em documentos de políticas públicas, que representam 2% da nota geral do ranking. O critério busca medir a contribuição da produção acadêmica para a formulação de políticas e decisões governamentais.
