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PL fecha com Celina Leão e direita do DF sela aliança de peso para o Buriti
O tabuleiro político do Distrito Federal acaba de sofrer uma reviravolta que promete marcar o rumo das eleições. A presidente do PL no DF, a deputada Bia Kicis, decidiu colocar um ponto final nas especulações e anunciou oficialmente: o partido marchará com a vice-governadora Celina Leão na disputa pelo comando do Palácio do Buriti.
E o anúncio não veio sozinho. A decisão conta com o aval de uma das figuras mais influentes do campo conservador brasileiro, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. O movimento político foi interpretado nos bastidores como um verdadeiro xeque-mate no cenário eleitoral do DF.
Fim do suspense
Durante semanas, rumores tentavam empurrar o PL para outras composições políticas, inclusive com o grupo do ex-governador José Roberto Arruda. Mas a declaração pública de Bia Kicis acabou com qualquer dúvida: o partido fechou questão e está oficialmente ao lado de Celina Leão.
A mensagem foi clara. Nada de aventuras políticas ou divisões internas. A estratégia agora é apostar na continuidade administrativa que vem sendo construída no Distrito Federal.
Combustível de alta octanagem
Com o apoio declarado de Bia Kicis e Michelle Bolsonaro, a pré-candidatura de Celina Leão ganha um impulso poderoso. Nos bastidores da política brasiliense, o gesto é visto como o combustível que faltava para consolidar a vice-governadora como o nome de consenso da direita na capital.
A movimentação também funciona como um recado direto ao campo conservador: a ordem é evitar fragmentação e marchar unido em torno de um único projeto político.
Musculatura política
Aliados de Celina avaliam que a decisão do PL fortalece significativamente a base governista e antecipa o desenho das alianças para 2026.
O apoio da maior legenda da direita no país garante à vice-governadora uma base política robusta, além de ampliar sua capacidade de articulação com partidos e lideranças locais.
Com o PL dentro do projeto, Celina passa a liderar uma coalizão que reúne nomes influentes do cenário político nacional e local.
Aliança de peso
Nos bastidores, a decisão foi tratada como uma aliança de ferro entre as principais lideranças conservadoras do Distrito Federal.
A participação de Bia Kicis e Michelle Bolsonaro reforça a ideia de unidade no campo político que sustenta o governo do DF, hoje liderado pelo governador Ibaneis Rocha.
Para analistas políticos, o movimento cria uma espinha dorsal sólida para a candidatura de Celina e fortalece a estratégia de continuidade administrativa.
Força feminina na política do DF
Outro elemento simbólico chama atenção nessa articulação: três das principais lideranças políticas do campo conservador no Distrito Federal são mulheres.
Celina Leão, Bia Kicis e Michelle Bolsonaro formam um trio que, na avaliação de aliados, representa uma nova configuração de poder na política brasiliense.
A união dessas lideranças é vista como um fator capaz de ampliar o alcance eleitoral do projeto governista.
Caminho aberto para 2026
Com o PL oficialmente alinhado ao projeto de Celina Leão, o cenário eleitoral começa a ganhar contornos mais claros.
A pré-candidatura da vice-governadora passa a contar com:
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apoio da maior legenda da direita
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articulação política consolidada
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unidade no campo conservador
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base governista fortalecida
Nos bastidores do poder, a leitura é direta: o jogo eleitoral no Distrito Federal mudou de patamar.
E com o apoio de lideranças nacionais e uma base política cada vez mais sólida, Celina Leão entra na corrida pelo Buriti não apenas como candidata — mas como uma das favoritas na disputa pelo comando do DF.
