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Juíza do TJDFT participa de seminário que promove diálogo e fortalecimento feminino

Publicado em: 26/08/2026 10:16

A juíza da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Distrito Federal (CMVDDF), Gislaine Camposparticipou, na tarde desta terça-feira, 25/8, do Seminário Diálogos com Mulheres que Fazem História, realizado no Centro Cultural Yara Amaral, localizado no SESI Taguatinga. A participação da magistrada faz parte das ações do Tribunal no âmbito do Agosto Lilás, campanha nacional de conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher.

A ação partiu da Federação das Indústrias do Distrito Federal – FIBRA e integrou o lançamento do Projeto Fortalecendo Mulheres, Transformando Futuro do sistema – FIBRA SESI/SENAI/INEL. Por meio da iniciativa, são realizados regularmente seminários, workshops e encontros voltados para o setor produtivo com temas que envolvem a diversificação econômica, a segurança jurídica, a agenda legislativa e o comércio exterior no DF. 

A magistrada afirmou que o evento possui impacto na formação de uma nova geração que ajudará no combate à violência contra a mulher no Brasil, na geração de novos líderes e replicadores de conhecimento e boas práticas, desenvolvidas especialmente no Distrito Federal. “Cada um que daqui sair e contar o que ouviu e vivenciou para mais cinco pessoas, teremos atingido nosso alvo”, mencionou a juíza.  

Juntamente com a magistrada, participaram do painel Vyvyany Gulart, promotora de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT)Dulcilelly Nóbrega, defensora pública do Distrito Federal Leide Laura, representante do Instituto Embalando Sonhos; Tamara Paulina, egressa do Programa Viva Vida Laura Oliveira, integrante do grupo Levvo; e Sandra Taya, presidente do  Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade (IEDF). O evento contou ainda com a participação de integrantes de  instituições parceiras que atuam na defesa dos direitos das mulheres, no enfrentamento à violência de gênerona liderança feminina e no fortalecimento das redes de proteção. 

A juíza encerrou destacando que os “problemas complexos não são resolvidos de uma única maneira ou por uma única pessoa. Precisamos, em sistema de rede, unirmos para acolher as mulheres vítimas de violência doméstica e apresentar à sociedade onde essa mulher poderá buscar o apoio que necessita”. Por fim, afirmou que eventos como esse contribuem para o intercâmbio de experiências, o fortalecimento da rede de proteção e o aprimoramento das políticas de enfrentamento à violência de gênero. 

Depois do evento houve a inauguração do Banco Vermelho da Unidade Sesi de Taguatinga,  que simboliza o enfrentamento à violência contra as mulheres,  e a apresentação do Coral Conexão do Bem

Fotos: Camilly Martins

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Saiba como procurar ajuda 

Se você ou alguém que conhece é vítima de violência, procure ajuda: 

Fonte: Agência de Notícias do Estado do DF

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