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Juíza do TJDFT fala sobre guia para imprensa no Bom Dia DF
“A forma de narrar [o feminicídio] pode prevenir violências ou reforçar estereótipos, culpabilizar a vítima e revitimizar”, destacou a Fabriziane. A magistrada ainda explicou que o documento foi elaborado para apoiar profissionais da imprensa na produção de uma cobertura ética, responsável e alinhada aos direitos humanos. De acordo com a coordenadora, o material reúne base técnica, dados e referenciais jurídicos, e oferece ferramentas práticas e diretrizes fundamentadas em padrões nacionais e internacionais.
Ao final da participação no jornal, a juíza sintetizou o propósito da publicação. “Comunicar bem é mais do que informar, é proteger direitos, prevenir novas violências e salvar vidas”, concluiu. O lançamento do guia aconteceu nessa quarta-feira.
