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Identidade visual: uma marca que faz a diferença

Publicado em: 02/06/2026 04:04

O Sebrae oferece inúmeras oportunidades para os pequenos negócios e na Semana do MEI não foi diferente. Um desses momentos foi a possibilidade de aprender mais sobre identidade visual e sua importância estratégica para criar uma marca e, assim, se diferenciar no mercado.

De acordo com o publicitário Robson Furtado, especialista que falou sobre o tema na Semana do MEI, é importante buscar ajuda profissional para se criar uma marca. “A primeira orientação é pesquisar, entender como se produz e principalmente tentar o contato com quem faz, porque não é um elemento simples do negócio. Muitas vezes é o ativo mais importante do negócio, é a marca”, alerta.

Outro ponto importante é saber o que é o negócio. “A gente tem de conhecer o nosso contexto. É a coisa mais importante, porque se eu souber o que eu sou, a consequência da criação da identidade visual fica muito simples. Quando a pessoa faz o contrário, ela começa criando uma marca para depois encaixar no negócio, aí é que fica complicado”, complementa o publicitário.

Vale lembrar que a comunicação visual ajuda a compor a identidade de uma empresa e a construir o poder e o valor da marca. Composta de elementos gráficos como imagens e símbolos, deve estar alinhada ao posicionamento, propósito e valores do negócio. Ela é capaz de influenciar o comportamento dos clientes, mexer com as emoções, divulgar informações importantes da empresa e ajudar na conexão com o público.

Para se criar uma marca forte, o especialista revela: “Visualmente, menos é mais. Quanto menos elementos tiver, maior vai ser a capacidade das pessoas lembrarem daquela marca”.

A união de elementos visuais como cores, tipografia, grafias, ilustrações, formas e contrastes, é o que define a comunicação visual. Uma boa comunicação visual é responsável por unir elementos visuais que expressam todas as qualidades de um negócio e quando uma empresa investe na comunicação, passa a caracterizar a marca e consolidá-la como única no mercado.

“Dentro de uma questão anatômica, o ideal é não seguir moda, porque a moda, a tendência, tende a mudar. Aí, você cria um logo hoje, pensando na relação de cor e forma, dentro de uma moda que está acontecendo, mas no ano que vem aquilo fica velho”, justifica Furtado.

Fonte: Agência de Notícias do Estado do PA

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