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Corregedor da Justiça do DF participa da entrega do Prêmio Solo Seguro 2026

Publicado em: 11/06/2026 07:55

O corregedor da Justiça do Distrito Federal, desembargador Arnoldo Camanho, representou o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) na cerimônia de entrega do Prêmio Solo Seguro 2026, promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na noite dessa terça-feira, 9/6. O evento destacou iniciativas de regularização fundiária desenvolvidas em todo o país e reforçou o papel do Poder Judiciário na promoção da cidadania, da inclusão social e da garantia do direito à moradia.

A solenidade foi conduzida pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, e reuniu autoridades do Judiciário, representantes de órgãos públicos e instituições parceiras envolvidas em projetos de regularização fundiária urbana e rural. Dentre esses, a presidente do Tribunal Regional Federal (TRF-1), desembargadora Maria do Carmo Cardoso (foto). Durante o evento, foram reconhecidas práticas inovadoras que contribuem para ampliar o acesso da população à titulação de imóveis e à segurança jurídica da propriedade.

Na oportunidade, houve o lançamento do livro Moradias sobre as Águas: regularização fundiária das palafitas no Brasil, obra organizada pelo ministro Mauro Campbell Marques, que também assina o prefácio, com coordenação executiva e apresentação de André de Azevedo Machado e autoria de Ayrton Klier Péres Júnior, Felipe Boni de Castro e Gustavo Braz Carneiro. 

A participação do corregedor do TJDFT evidencia o compromisso da Justiça do Distrito Federal com as ações voltadas à regularização fundiária e à efetivação de direitos sociais. A Corregedoria da Justiça do DF tem atuado em iniciativas alinhadas ao programa Solo Seguro, coordenado pelo CNJ, que busca estimular a regularização de núcleos urbanos informais e garantir dignidade às famílias beneficiadas.

Ao reconhecer experiências bem-sucedidas em diferentes regiões do país, o Prêmio Solo Seguro reforça a importância da atuação integrada entre Poder Judiciário, registradores, governos e sociedade civil para transformar a regularização fundiária em instrumento de justiça social e desenvolvimento sustentável.

A secretaria-geral da Corregedoria do TJDFT, Sandra Cadete, também esteve presente na  cerimônia. 

*Com informações do CNJ.

Fonte: Agência de Notícias do Estado do DF

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