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Camiseta fake não apaga traição: Erika Kokay foi contra o projeto que salvou o BRB e agora na cara de pau tenta ficar bem com os bancários
A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) protagonizou mais um capítulo de oportunismo político rasteiro nesta semana. Após virar as costas para sua própria base – os bancários do BRB – e se declarar contra o Projeto de Lei nº 2175/2026, que autorizou o uso de imóveis públicos para quitar dívida com o BC e evitar liquidação do banco, Kokay se apropriou das camisetas produzidas pelo Sindicato dos Bancários do DF, com a frase “Eu Sou + BRB” e postou nas redes sociais criticando o Banco Master e tentando vincular o governador Ibaneis Rocha (MDB) e a vice Celina Leão (PP) ao escândalo.
Vestida com a camiseta para tentar se apropriar do movimento dos bancários, Erika Kokay achou que poderia se reaproximar da categoria, mas o tiro saiu pela culatra: os servidores do BRB, que lotaram as galerias da CLDF e pressionaram pela aprovação da proposta, não perdoaram a traição. Todos aqueles contrários ao projeto foram vaiados, xingados de oportunistas e expostos como aqueles que só se lembram do banco quando convém à sua narrativa eleitoreira, como é o caso de Kokay.
A verdade é simples e dolorosa para a deputada: graças ao bom senso da maioria dos deputados distritais – 14 votos a favor contra 10 contra –, o BRB foi salvo da liquidação iminente. A medida preservou 4.500 empregos diretos, manteve linhas de crédito consignado acessíveis, financiamento habitacional popular e dezenas de programas sociais que atendem a população mais vulnerável do DF. Quem votou contra arriscou tudo isso por cálculo político mesquinho.
Agora, ao vestir a camiseta e atacar Ibaneis e Celina, Kokay acha que o povo de Brasília é idiota ou não acompanha o noticiário. Ao criticar o Banco Master – investigado pela PF por títulos podres e aportes suspeitos –, a petista convenientemente esquece que o escândalo tem ramificações diretas no colo do presidente Lula e do governo federal. Ela omite:
– a mesada milionária de “Lulinha” (Fábio Luís Lula da Silva) investigada em operações da PF
– o papel de Guido Mantega (ex-ministro da Fazenda de Lula) em decisões que beneficiaram bancos e fundos de pensão
– o contrato milionário com escritório ligado a Alexandre de Moraes
– a sociedade de Vorcaro (empresa envolvida em operações suspeitas) com o ministro Dias Toffoli
O escândalo do Banco Master não apenas “subiu na rampa do Planalto”, ele está escancarado no colo do governo Lula, que indicou dirigentes e influenciou decisões financeiras que colocaram fundos de pensão e bancos públicos em risco. Kokay, fiel escudeira do petismo, finge não ver porque o alvo real é atacar a gestão que dá certo no DF: Ibaneis Rocha (63% de aprovação) e Celina Leão (liderança de 40–50% para o GDF, com tendência de vitória no primeiro turno). O oportunismo de Kokay é a cara de uma política rasteira que não respeita instituições nem empregos.
Enquanto o BRB segue vivo, gerando desenvolvimento econômico, inclusão financeira e sustento para milhares de famílias, ela prefere posar de defensora com camiseta em vez de assumir a responsabilidade por seu apoio contra a salvação do banco. Os servidores não esqueceram: quem deu as costas na hora decisiva não engana ninguém com gestos de última hora. A população do DF já mostrou nas urnas e nas ruas que rejeita essa politicagem barata. É o poder pelo poder, sem compromisso com o povo.
Kokay, assim como seu chefe Lula, é um produto vencido que usa suas últimas forças para tentar destruir o que vem dando certo em Brasília. Mas o eleitor brasiliense sabe separar o joio do trigo: valoriza quem preserva empregos, programas sociais e estabilidade – exatamente o que Ibaneis e Celina representam. O BRB está salvo. A hipocrisia de Erika Kokay, não.
