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ABDI se transforma em fábrica de difamações sob a presidência de Ricardo Cappelli

Publicado em: 14/11/2025 08:16

Brasília acordou hoje com um perfume inconfundível no ar — algo entre “marketing mal lavado” e “campanha eleitoral feita no porão”. É que o atual presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e pré-candidato ao GDF pelo PSB, Ricardo Cappelli, segundo graves denúncias, estaria comandando nada menos que um “esgoto político-eleitoreiro” instalado no coração do Setor Comercial Sul. Tudo isso, claro, sempre “em nome da moralidade”, como ele gosta de posar nos vídeos e discursos engomadinhos.

A estrutura, descrita por ex-integrantes como uma verdadeira “fábrica de difamações” abastecida por dinheiro público, seria chefiada por Bruno Trezena, gerente de marketing da própria ABDI — ou, como os relatos indicam, “gerente de ataques” nas horas vagas… e não tão vagas assim.

📱 A máquina de produzir “engajamento espontâneo”

Segundo os relatos, dali sairia uma enxurrada de conteúdos para impulsionar a imagem de Cappelli nas redes sociais, como se o povo estivesse delirantemente apaixonado pelo pré-candidato. Mas não para por aí: a mesma turma tocaria, segundo as denúncias, uma operação de ataques coordenados a adversários políticos, especialmente o governador Ibaneis Rocha (MDB) e a vice-governadora Celina Leão (PP) — os campeões de aparições nas supostas postagens difamatórias.

E o detalhe que dá aquele toque de Brasil: tudo isso durante o expediente, usando equipamentos, tempo e salário pagos por você, contribuinte feliz e sorridente.

⏰ Cappelli, o servidor em “campanha integral”

Embora receba como servidor público — o que ele mesmo nunca esconde —, Cappelli estaria, conforme as denúncias, mais tempo em campanha no DF que café em repartição pública. A prática afronta a legislação eleitoral e administrativa, aquela que todo mundo diz respeitar, mas que vive sendo dobrada, torcida e ignorada quando conveniente.

⚖️ A conta pode chegar… e não é pequena

Se tudo for comprovado, a brincadeira pode sair cara:
— Violação ao artigo 73 da Lei 9.504/97 (uso de bens e servidores em campanha);
Cassação de registro, inelegibilidade por oito anos e multas;
— Possível enquadramento em peculato, abuso de poder político, desvio de finalidade e improbidade administrativa;
— E, como bônus, uma pitada de prevaricação por omissão de deveres.

O TSE, inclusive, já cassou mandatos em casos semelhantes. Não seria exatamente novidade no catálogo de “absurdos que acontecem em Brasília”.

👀 O paladino da ética… versão “bastidores”

Cappelli, sempre muito ativo nas redes e defensor da boa administração pública, foi apelidado de “boca grande” dentro da ABDI — não se sabe se pelo falatório, pela autoconfiança sem freio ou pelos discursos moralistas que, segundo os denunciantes, não batem com o que realmente acontece nos corredores da Agência.

Apesar de sua performance digital, sua pré-campanha parece não querer decolar — talvez porque foguete movido a verba pública costuma explodir antes da decolagem.

Importante: todas as acusações mencionadas nesta matéria se baseiam em denúncias relatadas por ex-integrantes da suposta estrutura e ainda carecem de apuração oficial pelas autoridades competentes. Até lá, cada parte segue responsável por suas versões — e o leitor, como sempre, por interpretar a novela político-brasilienses do dia.

No mais, Brasília segue firme na tradição: se existe um ralo, alguém sempre descobre como enfiar dinheiro público nele.

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