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A saúde financeira da advocacia como ação de autocuidado é tema de live desta terça-feira (28)
A Seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/DF), por meio da Comissão de Gestão Econômica e Educação Financeira, promoveu, nesta terça-feira (28), a live “Advogado também precisa de autocuidado e ele começa pela saúde financeira”.
Transmitido pelo canal da Seccional no YouTube, o encontro contou com a participação ativa da advocacia, que teve dúvidas esclarecidas e recebeu orientações sobre gestão financeira, desde o controle dos impulsos até a organização das despesas relacionadas ao exercício profissional.
A mediação foi conduzida pela presidente da Comissão e professora da ESA/DF, Daniela Cristina Guedes de Magalhães Almeida. Também participaram da live o economista e consultor financeiro da Comissão, Ciro de Avelar; a advogada e economista Amália Fernandes; e a advogada e professora Neila Nogueira.
Segundo Daniela, a iniciativa celebra o Dia Mundial do Autocuidado ao reconhecer a saúde financeira como um dos pilares do bem-estar. “Nós sabemos que as dívidas tiram a nossa paz, o nosso sossego, causam doenças no nosso corpo, doenças na nossa mente e afetam os nossos relacionamentos”, destacou.
A presidente ressaltou ainda que o evento integra o Programa Vida em Ordem e outras ações desenvolvidas pela Comissão. “Nós trabalhamos para levar informação, educação e orientação jurídica e financeira a advogados, advogadas e à sociedade civil, mostrando como combater o endividamento, sair das dívidas, começar a investir, realizar sonhos e construir uma vida mais próspera e feliz”, afirmou.
Neila Nogueira explicou que discutir o superendividamento é essencial para a promoção do autocuidado. “O Dia Mundial do Autocuidado foi idealizado pela Organização Mundial da Saúde considerando quatro pilares do ser humano: o físico, o emocional, o social e o espiritual. E nós sabemos que a questão do superendividamento e da saúde financeira acaba afetando todos esses aspectos da nossa vida”, observou.
Com ampla experiência na área, Ciro de Avelar destacou que a falta de conhecimento econômico compromete a relação das pessoas com o dinheiro. “Existe, na verdade, uma falta de educação econômica. Antes da educação financeira voltada aos investimentos, precisamos ter educação econômica”, pontuou.
Para Amália Fernandes, o planejamento financeiro também deve incluir a organização tributária. “A tributação, tanto da pessoa física quanto da advocacia, exige análise e estruturação de um planejamento tributário adequado”, afirmou.
Veja a íntegra!
Jornalismo OAB/DF
