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Servidores da Infância e Juventude do TJDFT ministram treinamentos no TJAC
No “Curso das Equipes Técnicas Multiprofissionais”, o doutor em Psicologia Clínica e Cultura pela Universidade de Brasília (UnB) e da Assessoria da Coordenação da Infância e da Juventude (ACIJ/TJDFT), Reginaldo Torres Alves Jr , e a gestora do Núcleo de Avaliação para a Proteção Integral (Nuapri/TJDFT), Cristiane Matos, abordaram temas centrais do trabalho psicossocial no Judiciário, especialmente a judicialização das demandas sociais. Entre os destaques estavam o papel das políticas de proteção à criança, ao adolescente e às famílias, a abordagem técnica e ética no trabalho com crianças, adolescentes e famílias, e questões relacionadas à violência de gênero.
De acordo Cristiane Matos, houve grande participação nas discussões sobre os limites e as possibilidades da atuação das equipes técnicas no Judiciário, bem como no trabalho em rede e nos procedimentos técnicos utilizados pelas equipes. “As trocas foram muito ricas, com relatos do cotidiano de trabalho das equipes do TJAC, o que possibilitou uma reflexão coletiva bastante produtiva sobre desafios concretos da prática”, explicou a gestora.
Durante outra atividade, no “Curso sobre Assédio Moral, Assédio Sexual e Discriminação”, Reginaldo Torres apresentou exemplos nacionais registrados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) envolvendo magistrados, e as respectivas punições aplicadas. O intuito foi, entre outros, chamar atenção para a necessidade de autovigilância. A atividade foi conduzida em parceria com o mestre em Psicologia Social e do Trabalho da Universidade de Brasília (UnB) Leandro Soares.
A participação dos servidores do TJDFT ocorreu a partir de colaboração institucional entre os tribunais. Segundo o convite feito pela ESJUD/AC, a atuação dos docentes convidados tinha o intuito de qualificar o debate técnico, promover a troca de experiências entre os tribunais e aprimorar a atuação dos profissionais do sistema de Justiça que lidam diariamente com situações de vulnerabilidade social e violações de direitos.
Com informações do TJAC.
