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TJDFT conhece experiência do TST com energia renovável
Durante o encontro, o diretor-geral do TST, Gustavo Caribé, e o coordenador de Engenharia do TST, Fernando Caldas, apresentaram os resultados obtidos após a migração para o Mercado Livre de Energia, realizada há cerca de dois meses. A iniciativa teve como referência a experiência pioneira do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), que, em 2024, passou a contratar energia diretamente de fornecedores do Ambiente de Contratação Livre (ACL).
No TST, a mudança já resultou em economia financeira de cerca de 20% nos custos relacionados ao consumo de energia da sede. Além da redução de despesas, o modelo permite a contratação de energia provenientes de fontes renováveis certificadas, em alinhamento com as políticas de sustentabilidade do Poder Judiciário.

Acompanharam o presidente do TJDFT, o juiz auxiliar da Presidência, Eduardo Rosas; o chefe de gabinete da Presidência, Guilherme Juliano; o secretário-geral, Celso de Oliveira; a secretária de Administração Predial, Márcia Torres; o coordenador de Projetos e Gestão de Contratos de Obras, Ryan Rangel; a coordenadora do Núcleo Permanente de Serviços e Projetos Prediais, Ana Carolina Chaves; o gestor substituto do Núcleo de Manutenção Elétrica, William Acioli; e Frederico Branquinho, do Núcleo de Manutenção Elétrica Teixeira.
Sustentabilidade e descarbonização
O estudo do tema está alinhado às diretrizes da Resolução CNJ nº 400/2021, que instituiu a Política de Sustentabilidade do Poder Judiciário e estabeleceu, entre suas diretrizes, a mitigação das emissões de gases de efeito estufa. A norma prevê que o controle das emissões de dióxido de carbono seja promovido, entre outras medidas, pelo uso de fontes de energia renovável.
A iniciativa também converge com o Plano de Descarbonização 2026 do TJDFT, que estabelece ações voltadas à redução das emissões de gases de efeito estufa e ao fortalecimento da eficiência energética. Entre os eixos estratégicos do plano estão a ampliação do uso de energia renovável, a modernização dos sistemas energéticos e a adoção de medidas que contribuam para o alcance das metas do Programa Justiça Carbono Zero, instituído pelo CNJ.
