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Sebrae leva gestão e precificação a mulheres atendidas pela Casa da Mulher Brasileira
Saber quanto custa o próprio trabalho e transformar esse conhecimento em um preço que sustente o negócio são decisões fundamentais para quem empreende. É a partir dessa perspectiva que o Sebrae Tocantins realiza, nesta sexta-feira, 25, a Oficina do Portfólio Sebrae e Precificação, destinada a 15 mulheres atendidas pela Casa da Mulher Brasileira.
A atividade ocorre das 14h30 às 18h30 e aproxima as participantes de conhecimentos que fazem parte da rotina de qualquer pequeno negócio. Ao longo da tarde, elas terão acesso a orientações sobre formação do preço de venda, custos, despesas e margem, além de conhecer produtos, serviços e soluções oferecidos pelo Sebrae para quem deseja estruturar, desenvolver ou ampliar uma atividade empreendedora.
A proposta parte de uma questão comum entre pequenos empreendedores: como estabelecer um preço que seja competitivo sem comprometer a sustentabilidade financeira do negócio. Mais do que chegar a um valor final, a oficina mostra a importância de conhecer os números da própria atividade e considerar tudo o que está envolvido na produção de um bem ou na prestação de um serviço.
Para a analista do Sebrae Monique Albuquerque, esse conhecimento amplia a capacidade das empreendedoras de tomar decisões e compreender o negócio para além da venda. “Quando a empreendedora conhece seus custos e entende como formar o preço, ela passa a enxergar com mais clareza o resultado do próprio trabalho. Isso permite planejar, negociar e tomar decisões com mais segurança, sem perder de vista a realidade do mercado”, afirma.
A oficina também apresenta às participantes o portfólio do Sebrae, com caminhos para acessar capacitações, orientação empresarial e outras ferramentas voltadas aos pequenos negócios. A intenção é mostrar que o desenvolvimento de uma atividade econômica não termina na abertura ou na venda inicial, mas envolve planejamento, conhecimento do mercado e acompanhamento constante da gestão.
Ainda segundo a analista, aproximar essas soluções das mulheres atendidas pela Casa da Mulher Brasileira também amplia as possibilidades de inclusão produtiva e geração de renda. “Empreender pode representar uma possibilidade concreta de autonomia econômica. O papel do Sebrae é oferecer conhecimento e ferramentas para que essas mulheres consigam transformar suas habilidades em uma atividade organizada, compreender o mercado e construir negócios capazes de se manter ao longo do tempo”, destaca.