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Presidente do Procon Acre é reeleita diretora da Região Norte da ProconsBrasil

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A presidente do Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor do Acre (Procon), Alana Carolina Laurentino Maia Albuquerque, foi reeleita diretora da Região Norte da Associação Brasileira de Procons (ProconsBrasil). A eleição foi realizada na última terça-feira, 26, em assembleia geral realizada no auditório do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), em Porto Alegre, sob a presidência da então dirigente da entidade, Márcia Moro.
Presidente do Procon Acre é reeleita diretora da Região Norte da ProconsBrasil. Foto: cedida
A ProconsBrasil é uma associação civil de caráter técnico, sem fins lucrativos e sem vínculo partidário. A instituição reúne Procons de todos os estados, além de capitais e municípios do interior, e é reconhecida pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon).
Durante a assembleia, foi ressaltada a importância da nova composição da diretoria para fortalecer o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC) e ampliar o diálogo sobre os principais desafios e pautas consumeristas no país. Foto: cedida
Durante a assembleia, foi ressaltada a importância da nova composição da diretoria para fortalecer o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC) e ampliar o diálogo sobre os principais desafios e pautas consumeristas no país.
Nova diretoria da ProconsBrasil é composta por representantes de diferentes regiões do país. A presidência ficou com Renata Ruback, do Procon Carioca (RJ). Foto: cedida
Ao ser reconduzida, Alana Albuquerque reafirmou seu compromisso com a região: “É uma honra estar mais uma vez representando o meu estado e toda a Região Norte. Reafirmo o nosso empenho e dedicação em contribuir para a construção de uma ProconsBrasil cada vez mais forte, que dê voz às demandas dos consumidores brasileiros e fortaleça as ações conjuntas em nível nacional”, destacou.
Diretora reeleita, Alana Albuquerque reafirmou seu compromisso com a região: “É uma honra estar mais uma vez representando o meu estado e toda a Região Norte.” Foto: cedida
O Acre também esteve representado pelo procurador do município e chefe do Procon de Cruzeiro do Sul, Raphael Sanson, que participou do encontro.
A nova diretoria da ProconsBrasil é composta por representantes de diferentes regiões do país. A presidência ficou com Renata Ruback, do Procon Carioca (RJ). A vice-presidência será ocupada por Karen Barros, do Procon Maranhão (MA).
ProconsBrasil é uma associação civil de caráter técnico, sem fins lucrativos e sem vínculo partidário. Foto: cedida
Entre os demais membros, estão:
  • Luiz Orsatti (Procon São Paulo – SP), 1º secretário
  • Maria Zélia Lopes (Procon Marabá – PA), 2º secretária
  • Letícia Coelho (Procon Espírito Santo – ES), 1ª tesoureira
  • Jaiderson Rivarola (Procon São José dos Pinhais – RS), 2º tesoureiro
  • Alana Carolina Laurentino (Procon Acre – AC), diretora Região Norte
  • Késsia Liliana (Procon Paraíba – PB), diretora Região Nordeste
  • Cristiane Vaz (Procon Mato Grosso – MT), diretora Região Centro-Oeste
  • Elberson de Lima (Procon Cariacica – ES), diretor Região Sudeste
  • Márcia Moro (Procon Santa Maria – RS), diretora Região Sul
A eleição também definiu os novos conselheiros fiscais, titulares e suplentes, que atuarão no próximo mandato da instituição.

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Fonte: Agência de Notícias do Acre

Ceilândia recebe caravana de cuidados e lazer para animais

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Ceilândia recebe neste sábado (30) a 4ª edição da Caravana de Proteção Animal da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF). O evento acontece na Praça do Trabalhador (QNM 13), ao lado da Administração Regional, das 9h30 às 15h30, e oferece serviços gratuitos para animais de estimação, tutores e comunidade.

A programação inclui atendimentos veterinários, consultas clínicas, orientações de profissionais, avaliações odontológicas para pets, vacinação antirrábica, vermifugação e serviços de estética animal. Também haverá sorteio de cursos técnicos na área veterinária.

Entre as atrações, estão apresentações das forças de segurança e desfile dos cães policiais, além de atividades recreativas para o público.

Os tutores poderão aproveitar serviços de bem-estar, como atendimento com barbeiros, cabeleireiros, trancistas, designer de sobrancelhas, esmaltação e massagistas, garantindo cuidado e diversão para todos os participantes.

Caiado celebra entrega de 4 mil casas a custo zero em Goiás

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Caiado celebra 4 mil casas a custo zero entregues em Goiás

Governador entregou casas e realizou a transferência simbólica da capital para Santa Cruz: “Goiás hoje é um estado que, cada vez mais, cuida das pessoas” (Foto: Rômullo Carvalho)

Nos 296 anos de Santa Cruz de Goiás, que incluiu a transferência simbólica da capital para o município, o governador Ronaldo Caiado entregou, nesta quarta-feira (27/8), 30 casas a famílias em situação de vulnerabilidade social. Entre as unidades está a de número 4 mil do Programa Pra Ter Onde Morar – Construção, desenvolvido pelo Goiás Social em parceria com a Agência Goiana de Habitação (Agehab).

“Goiás hoje é um estado que, cada vez mais, cuida das pessoas”, ressaltou ele durante o evento. Com a entrega desta quarta-feira, o Governo de Goiás atingiu a marca de 4.001 casas a custo zero entregues em 162 municípios do estado. O Estado investiu R$ 3,8 milhões para construção das moradias que foram erguidas no Residencial Iêdo Ranulfo Lobo, em terreno doado pela prefeitura.

Casas a custo zero

“É casa padrão, com grama esmeralda, cerâmica no piso, laje, tudo arrumado. Entregamos as chaves já com documentos. Em qualquer lugar, uma casa dessa custa mais de R$ 250 mil, preço de mercado. E hoje tivemos a oportunidade de entregar sem custo”, disse Caiado.

O vice-governador Daniel Vilela destacou o caráter social da iniciativa e disse que a entrega das casas é a custo zero, sem nenhum tipo de financiamento ou carnê para pagamento.

“Quando estiverem virando a chave para entrar na casa não será só um ato físico, mas uma virada na vida. Que ela seja melhor, mais digna, com mais segurança. Que tenham o conforto para criar os filhos, netos, receber os familiares e ter uma perspectiva de vida muito melhor”, declarou.

O prefeito de Santa Cruz de Goiás, Ângelo Natal da Paz, agradeceu a parceria e reforçou a importância da ação ao comentar a tranquilidade que a política habitacional traz para as pessoas. “Caiado está entregando casas boas, com qualidade. [As famílias] passam para dentro e sabem que a casa é delas, vão zelar”, disse.

A contemplada com a unidade de número 4 mil foi Cristiane Soares, mãe de sete filhos. Ela relatou a mudança que o benefício representa em sua vida.

“Não tenho nem palavras para agradecer. Eu moro na fazenda, em uma casa cedida. E é difícil vir para a cidade. Fico dependendo de carona dos outros. Agora vai mudar minha vida. Estou muito feliz”, afirmou.

Transferência da capital

Distante 124 quilômetros de Goiânia, Santa Cruz de Goiás recebeu o título de capital simbólica do Estado pela sétima vez. Realizada na Praça da Matriz, a cerimônia reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de órgãos independentes. A transferência é um ato de reconhecimento à história da cidade, que foi a capital goiana entre os anos de 1839 e 1870.

O governador Ronaldo Caiado comentou que, a cada ano, o ato solene é realizado de forma mais participativa e com entregas para a população – a exemplo das chaves das 30 moradias. “As pessoas sentem mais obras chegando, mais qualidade de vida. E esse é um momento emblemático para preservarmos a cultura e a memória daqueles que iniciaram a colonização no Estado”, lembrou.

O chefe do Executivo sublinhou que Goiás hoje é “referência em qualidade de vida, renda per capita, educação, segurança e programas sociais”, concluiu.

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Governo quer coibir concorrência desleal de big techs, diz Rui Costa

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O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, disse nesta quarta-feira (27) que o Governo Federal prepara o envio de dois projetos de lei para atuar na regulação econômica e na responsabilização das plataformas por crimes praticados em ambientes digitais. As propostas buscam definir regras claras, com foco na responsabilização, transparência e regulação que evite a concorrência desleal nos mercados digitais, concentrados em poucas empresas com poder majoritário sobre a informação e a economia do setor.

“A regulação consiste em um projeto para tratar de impedir crimes e outro que trata de igualar, dar as mesmas condições de competição entre os diversos veículos”, explicou.

Costa concedeu entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Ele lembrou que as discussões em torno das big techs, grandes empresas estrangeiras de tecnologias, não envolvem apenas a prevenção da prática criminosa nas plataformas digitais, mas também a regulação econômica.

“Não é justo, é uma competição desigual entre os veículos tradicionais, como TVs, rádios e outros veículos, com plataformas que arrecadam muito e não contribuem com nada. Nós temos que ter isonomia no tratamento entre veículos”, disse. “Alguns pagam tributos, contribuições, enquanto essas plataformas hoje não pagam praticamente nada por esse faturamento que elas recebem. É, portanto, muito desigual”. 

O governo acredita ainda que a conduta das grandes empresas inviabiliza negócios menores e encarece produtos para o consumidor final por meio de concorrência desleal. Essas distorções são causadas por problemas como a falta de transparência nos buscadores, cobranças de taxas abusivas a lojas de aplicativos de empresas menores, venda casada de serviços e direcionamento de meios de pagamento.

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Adultização

Sobre o projeto que busca combater a exploração de crianças e adolescentes no ambiente digital, que deve ser votado nesta semana no Senado, o ministro disse que não está nos planos do governo fazer alterações significativas no que for definido no Parlamento.

“O texto do Congresso já traz algum nível de regulação. Não queremos competir nem modificar aquilo que o Congresso votar esta semana. Eventualmente, [poderemos] complementar e preencher vazios daquilo que não for regulado nesse texto a ser votado e depois sancionado pelo presidente”, disse o ministro.

 

Fonte: Agência Brasil

Olimpíada do Tesouro Direto tem inscrições abertas até 3 de setembro

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As inscrições para a Olimpíada do Tesouro Direto de Educação Financeira (Olitef) estão abertas até o dia 3 de setembro. Voltada para estudantes do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e do 1º até o 3º ano do ensino médio de escolas públicas e privadas, a iniciativa dividirá o prêmio de R$ 4 milhões a 10 mil alunos. Competição será em 9 de setembro.

As escolas podem inscrever os alunos gratuitamente no site da competição.

Organizada pela B3 e pela Secretaria do Tesouro Nacional, a Olitef está com 13 mil escolas inscritas, sendo 86% escolas públicas e 14% escolas privadas. Em 2024, a competição contou com 6.560 instituições e mais de 546 mil alunos participantes.

Neste ano, a Olitef 2025 ampliou a capilaridade territorial, com presença em 60% dos municípios brasileiros, frente aos 43% alcançados em 2024.

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Os 10 mil alunos mais bem colocados dividirão um prêmio de R$ 4 milhões. Cada um receberá R$ 400 em títulos públicos Tesouro Selic para que possam começar a investir. Segundo a organização, haverá ainda incentivos às instituições participantes.

Serão sorteadas 54 escolas públicas (duas por estado) para receber kits educacionais no valor de R$ 100 mil. As escolas públicas poderão escolher um laboratório de informática, robótica, ciências; entre outras opções. Além disso, o diretor e até quatro professores de cada umas 54 escolas sorteadas receberão R$ 8 mil cada em Títulos Públicos.

“A OLITEF é mais do que uma competição; é uma ferramenta de transformação social que busca desenvolver nos jovens a capacidade de tomar decisões financeiras conscientes e responsáveis. A Olitef planta essa semente desde cedo, formando uma geração preparada para os desafios do futuro, e levando esse conhecimento adquirido pelo aluno ao seu seio familiar, que também passará a ter acesso à informação e à consciência do ponto de vista financeiro”, afirmou o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, em nota.

Fonte: Agência Brasil

Wilder Morais é investigado pela PF por desvio de dinheiro público

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O senador goiano Wilder Morais (PL) está sendo investigado pela Polícia Federal por supostamente ter desviado dinheiro público de emendas parlamentares!!! Reportagem de O Popular, publicada nesta quarta-feira (27), mostra que a absurda quantia de R$ 1 milhão em emendas indicadas por ele estão sob apuração devido à ausência de planos de trabalho que comprovem a execução dos valores.

A investigação foi determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, em decisão de domingo (24). O magistrado ordenou que o Tribunal de Contas da União (TCU) levante, em até 10 dias úteis, todas as emendas parlamentares sem plano de trabalho e encaminhe as informações às superintendências da Polícia Federal. A partir daí, cada caso poderá resultar na abertura de inquérito policial para apurar o destino do dinheiro.

No caso específico de Wilder Morais, a Polícia Federal apura se houve desvio ou uso irregular dos R$ 1 milhão indicados pelo senador por Goiás. As emendas impositivas fazem parte do Orçamento da União e são prerrogativa de deputados federais e senadores, que direcionam recursos a municípios e estados de suas bases eleitorais.

De acordo com o levantamento inicial, 964 emendas em todo o país estão nessa situação, somando R$ 649 milhões. O modelo em questão foi criado em 2019, com a justificativa de dar mais agilidade à aplicação das verbas. A modalidade permite repasses diretos a estados e municípios sem a necessidade de convênios ou de projetos específicos, como ocorria antes.

Embora apresentada como forma de acelerar a execução de políticas públicas, a prática passou a ser alvo de críticas pela fragilidade nos mecanismos de transparência. Para especialistas em contas públicas, a ausência de um plano de trabalho detalhado abre brechas para irregularidades, desperdício e, sobretudo, uso político-eleitoral do dinheiro.

O risco é ainda maior em ano pré-eleitoral. Recursos liberados sem controle podem se transformar em verdadeiro “ralo de dinheiro público”, financiando obras mal planejadas ou até mesmo nunca realizadas. Na pior das hipóteses, verbas podem ser desviadas e utilizadas como moeda de troca para garantir apoio político em campanhas, comprometendo a lisura do processo democrático.

Entenda o que é e como vai funcionar a nova tecnologia da TV 3.0

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira (27) o decreto de implementação da TV 3.0, considerada a nova geração da tecnologia de televisão aberta e gratuita brasileira. A expectativa do governo é de que a TV 3.0 entre no ar em junho de 2026, a tempo da próxima Copa do Mundo. Entenda como ele vai funcionar na prática

O que muda com o novo sistema? 

O modelo é uma evolução da atual TV digital, que teve início em 2007. Considerada a “televisão do futuro”, a TV 3.0 vai integrar os serviços de internet (broadband) à habitual transmissão de sons e imagens (broadcast), possibilitando o uso de aplicativos que permitirão aos telespectadores interagir com parte da programação. 

Uma das principais inovações da TV 3.0 é justamente sua interface baseada em aplicativos, em que as emissoras terão condições técnicas de passar a oferecer, além do sinal aberto já transmitido em tempo real, conteúdos adicionais sob demanda, como séries, jogos, programas e outras possibilidades. 

Além de mais qualidade de som e imagem, o novo sistema amplia as possibilidades de interação e personalização. Graças à integração com a internet, o telespectador poderá interagir com a programação – votando em tempo real em um reality show pela própria tela da TV, por exemplo.

O sistema permitirá fazer compras diretamente de seu televisor, abrindo novas possibilidades de geração de receitas às emissoras. Também será possível acessar e consultar serviços públicos por meio de aplicativos disponíveis no aparelho, como o Gov.BR

O sistema permitirá, ainda, a informação em tempo real de alertas de emergência sobre desastres, de forma altamente personalizada, a partir da recepção de sinal pela antena, sem a necessidade da conexão à internet.  

O telespectador poderá, por exemplo, escolher uma câmera específica para assistir a um jogo de futebol – e ainda optar por ouvir o narrador ou apenas o som ambiente do estádio.


Brasília (DF), 27/08/2025 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante cerimônia de assinatura do decreto que regulamenta a TV 3.0 no no Palácio do Planalto. Foto: José Cruz/Agência Brasil
Brasília (DF), 27/08/2025 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante cerimônia de assinatura do decreto que regulamenta a TV 3.0 no no Palácio do Planalto. Foto: José Cruz/Agência Brasil

Cerimônia de assinatura do decreto que regulamenta a TV 3.0 no no Palácio do Planalto Foto: José Cruz/Agência Brasil

A TV 3.0 será gratuita? 

Sim. Trata-se de uma tecnologia para serviço de radiodifusão, que continua livre, aberta e gratuita. 

Como vou acessar?

Os novos aparelhos da TV 3.0 deverão vir de fábrica com a primeira tela apresentando um catálogo de canais de televisão abertos – o que não vem ocorrendo na interface atual das SmartTVs, que se conectam com a internet e dão prioridade aos aplicativos on demand.  

A troca de canais de forma numérica será substituída. Nos novos modelos, os canais serão acessados por aplicativos das emissoras, semelhante aos botões para acesso às plataformas de streaming.  

A  TV 3.0 precisa de internet para funcionar?

Não é necessário ter internet para ter acesso à TV 3.0. No entanto, as TVs conectadas vão propiciar mais opções de conteúdo, como a possibilidade de interatividade com os produtos que são distribuídos pela TV aberta. 

Será preciso trocar o meu aparelho de TV?

De acordo com o Ministério das Comunicações, caixas conversoras ou mesmo soundbars conversores poderão ser instalados junto aos televisores atuais, fazendo com que sejam convertidos para o novo padrão sem a necessidade de troca de aparelhos. 

Quando o novo modelo entra em vigor?

A migração será gradativa, com início nas grandes capitais. A expectativa do governo é que a estreia da TV 3.0 ocorra em junho do ano que vem, acompanhando a transmissão da Copa do Mundo de futebol. A transição total para o novo modelo, com cobertura em todo território, poderá ser concluída em até 15 anos.  

 Assista a uma simulação das funcionalidade da TV 3.0, realizada hoje na cerimônia de assinatura do decreto:

Fonte: Agência Brasil

Novo edital cria oportunidades para ambulantes em Sobradinho II

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A Administração Regional de Sobradinho II lançou o Edital de Chamamento Público nº 001/2025, oferecendo a pessoas interessadas a oportunidade de atuar como ambulantes na cidade. A medida visa regulamentar o comércio em espaços públicos, garantindo mais segurança, organização e oportunidades de emprego para quem depende do trabalho informal como fonte de renda.

Segundo a Administração, o credenciamento busca equilibrar o crescimento do comércio de rua com a necessidade de manter a cidade organizada, criando um ambiente seguro tanto para trabalhadores quanto para moradores. O edital especifica os critérios de participação, documentação exigida e locais permitidos para a atividade, reforçando a transparência do processo.

A iniciativa é considerada um passo estratégico para fortalecer a economia local e valorizar os profissionais do comércio ambulante, ao mesmo tempo em que contribui para o desenvolvimento ordenado da região. Os interessados podem consultar o edital completo no site oficial da Administração Regional de Sobradinho II.

Tempo ao ar livre ajuda a prevenir casos de miopia

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A prática de atividades ao ar livre pode ajudar a prevenir o surgimento de casos de miopia ao longo dos primeiros anos de vida. O desafio, entretanto, é evitar que o hábito se perca com o avanço da urbanização e do uso precoce de telas na infância e com a consequente redução do tempo que crianças e adolescentes passam fora de casa.

As conclusões fazem parte da publicação CBO Miopia, de autoria do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), que traça um panorama da doença no país. O documento será lançado formalmente na próxima sexta-feira (29) durante o 69º Congresso Brasileiro de Oftalmologia, em Curitiba (PR).

Números

A miopia atinge, atualmente, 7,6% de crianças e adolescentes brasileiros com idade entre 3 e 18 anos. Dados da publicação revelam, entretanto, contrastes classificados como marcantes – em comunidades quilombolas rurais, a prevalência da doença é 1,06%, enquanto, em áreas urbanas, chega a 20,4%.

Apesar das diferenças, o CBO destaca que a média brasileira se aproxima da registrada no restante da América Latina, estimada em 8,61%, e se mantém distante, por exemplo, da realidade asiática, onde estudos recentes apontam 87,7% de prevalência na China; 69% na Coreia do Sul; e 66% em Singapura.

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Fatores de risco

De acordo com o conselho, a miopia resulta de uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Crianças com pais míopes têm até cinco vezes mais chances de desenvolver a condição. Além disso, hábitos como leitura prolongada em ambientes fechados e pouco tempo ao ar livre podem estar associados ao avanço da doença.

Estudos recentes mostram, entretanto, que a exposição solar exerce efeito protetor contra a doença: 40 minutos diários de atividades externas reduzem significativamente o risco de miopia.

Covid-19

Um exemplo do impacto do confinamento, segundo o CBO, foi observado durante a pandemia de covid-19, quando o tempo de exposição ao sol e de atividades externas diminuiu de forma brusca. Durante o período, Hong Kong, por exemplo, registrou um salto da prevalência de miopia na população de 44% para 55% em um ano.

“Entre crianças e adolescentes, as consequências da miopia são ainda mais preocupantes. A ausência de diagnóstico ou tratamento pode comprometer o desempenho escolar e o desenvolvimento intelectual”, alerta o CBO.

Custos

Outro desafio abordado pela publicação é o envelhecimento da população míope, que tende a elevar os custos para o sistema de saúde. Isso porque altos graus da doença aumentam as chances de desdobramentos classificados pelo CBO como complexos e onerosos.

“Por isso, especialistas defendem políticas públicas que incluam triagem visual em escolas, campanhas educativas sobre atividades externas desde a infância e orientações claras às famílias sobre a importância das consultas oftalmológicas regulares”, destacou o conselho.

*A repórter viajou a convite do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO)

Fonte: Agência Brasil

Israel matou mais jornalistas que qualquer guerra da história mundial

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A Força de Defesa de Israel (FDI) assassinou, em menos de dois anos, mais jornalistas e profissionais de mídia do que qualquer guerra da história mundial. O Sindicato de Jornalistas Palestinos estima que 246 profissionais foram assassinados desde o dia 7 de outubro de 2023. 

Esse número representa mais mortes que a soma de outros sete importantes conflitos: as 1ª e 2ª guerras mundiais, a Guerra Civil Americana, a da Síria, do Vietnã (incluindo os conflitos no Camboja e no Laos), além das guerras na Iugoslávia e na Ucrânia.

Os dados dos jornalistas mortos nos demais conflitos são do Memorial Freedom Forum que reúne os nomes dos profissionais assassinados em conflitos armados ao longo da história, com exceção do conflito da Ucrânia, que foi calculado pelo Comitê de Proteção dos Jornalistas (CPJ).  


Arte Jornalistas mortos em guerras
Arte Jornalistas mortos em guerras

Imagem: Arte EBC

Uma pesquisa da Universidade de Brown, nos Estados Unidos (EUA), concluiu que a guerra em Gaza “é, simplesmente, o pior conflito de todos os tempos para repórteres”. 

Para entidades de classe que representam os jornalistas ao redor do mundo, Israel promove ataques deliberados para impedir a cobertura da guerra na Faixa de Gaza, o que o governo de Benajmin Netanyahu nega.

“Israel está se engajando no esforço mais mortal e deliberado para matar e silenciar jornalistas, já documentado pelo CPJ. Jornalistas palestinos estão sendo ameaçados, diretamente alvejados e assassinados pelas forças israelenses, além de serem arbitrariamente detidos e torturados em retaliação ao seu trabalho”, diz o CPJ.

Israel ainda proíbe a entrada de jornalistas estrangeiros em Gaza sem escolta e controle dos militares do país, o que dificulta ainda mais o acesso à informação, pela população global, sobre o que acontece no território palestino ocupado.

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Imprensa palestina

Apenas no segundo mês da guerra, ainda em 2023, 37 jornalistas foram assassinados na Faixa de Gaza. “O Exército israelense matou mais jornalistas em dez semanas do que qualquer outro Exército em um único ano”, disse Sherif Mansour, coordenador do CPJ.

O Sindicato dos Jornalistas Palestinos informou ainda que 520 jornalistas foram feridos por balas ou mísseis israelenses e 800 familiares de profissionais de mídia foram mortos. Outros 206 jornalistas palestinos foram presos por Israel desde outubro de 2023, sendo que 55 continuam nas prisões – 23 em prisão administrativa, modalidade de detenção que pode ser realizada sem acusação formal.

“Ataques aéreos e ataques com tanques destruíram 115 veículos de comunicação na Faixa de Gaza, abrangendo todos os tipos de veículos. Na Cisjordânia e em Jerusalém, fecharam cinco veículos de comunicação e destruíram ou fecharam 12 gráficas”, acrescentou o sindicato local de jornalistas.

Israel nega que ataque deliberadamente civis no conflito, o que inclui os jornalistas, além de justificar alguns assassinatos ao vincular os jornalistas com a organização Hamas, acusações questionadas por entidades profissionais e de direitos humanos.

Em entrevista exclusiva à Agência Brasil em fevereiro de 2024, o então chefe local da Al Jazerra em Gaza, Wael Al-Dahdouh, que perdeu a esposa, três filhos e um neto em bombardeios israelenses, descreveu o trabalho jornalístico na região como o mais mortal para a profissão de que se tem registro na história humana. 


A demonstrator holds a poster featuring Reuters journalist Hussam al-Masri, Mohammed Salama, who worked for Qatar-based broadcaster Al Jazeera, Moaz Abu Taha, a freelance journalist who worked with several news organizations and occasionally contributed to Reuters, Mariam Abu Dagga, who freelanced for the Associated Press and other outlets, and Ahmed Abu Aziz, who were all killed in Israeli strikes on Nasser hospital in the southern Gaza Strip, during a protest in solidarity with journalists in Gaza, in Sidon, Lebanon, August 27, 2025. REUTERS/Aziz Taher
A demonstrator holds a poster featuring Reuters journalist Hussam al-Masri, Mohammed Salama, who worked for Qatar-based broadcaster Al Jazeera, Moaz Abu Taha, a freelance journalist who worked with several news organizations and occasionally contributed to Reuters, Mariam Abu Dagga, who freelanced for the Associated Press and other outlets, and Ahmed Abu Aziz, who were all killed in Israeli strikes on Nasser hospital in the southern Gaza Strip, during a protest in solidarity with journalists in Gaza, in Sidon, Lebanon, August 27, 2025. REUTERS/Aziz Taher

O Sindicato de Jornalistas Palestinos estima que 246 jornalistas foram assassinados desde o dia 7 de outubro de 2023. Foto: Reuters/Aziz Taher/Proibida reprodução

Ataque ao Hospital Nasser

Em episódio recorrente da guerra em Gaza, o vídeo do segundo bombardeio, no mesmo dia, ao Hospital Nasser chocou o mundo na última segunda-feira (25). Dessa vez, Israel bombardeou o hospital na cidade de Khan Yunes enquanto jornalistas registravam o resultado de um ataque feito minutos antes. 

O ataque matou também a equipe de socorristas, chegando a 20 pessoas mortas, incluindo cinco jornalistas, sendo eles: um contratado da Reuters, Hussam Al-Masri; o operador de câmera da Al Jazeera, Mohammed Salama; a fotojornalista freelancer do Independent Arabia e da Associated Press, Mariam Abu Dagga; e os jornalistas freelancers Ahmed Abu Aziz e Moaz Abu Taha, segundo informou a CPJ.

Em nota, a FDI destacou que não alveja civis intencionalmente. O porta-voz do Exército acusou o Hamas de usar o Hospital Nasser para suas operações, o que é negado pela organização palestina, e disse que uma investigação foi aberta para apurar o ocorrido.

“O Chefe do Estado-Maior Geral instruiu que um inquérito seja conduzido imediatamente — para entender as circunstâncias do que aconteceu e como ocorreu. Reportar de uma zona de guerra ativa traz imenso risco. Como sempre, apresentaremos nossas descobertas com a maior transparência possível”, disse o porta-voz da FDI Effie Defrin.

A organização Monitor Euro-Mediterrâneo de Direitos Humanos, com sede em Genebra, na Suíça, sugere que os ataques de “tiro duplo”, como esse ao hospital de Khan Yunes, é praticado para atingir paramédicos, defesa civil e jornalistas.

“Essa prática transforma locais de resgate e a cobertura da mídia em armadilhas mortais, refletindo claramente a intenção premeditada de paralisar os esforços de socorro, silenciar testemunhas, destruir provas e privar civis de proteção”, destacou a organização

Anas al-Sharif

Em outros casos, Israel acusa jornalistas de trabalharem para o Hamas, justificando os assassinatos de profissionais ligados a grandes veículos de comunicação. Em outubro de 2024, seis profissionais da rede Al Jazeera, do Catar, foram acusados de serem do Hamas e da Jihad Islâmica.

No dia 10 de agosto, o correspondente dessa TV árabe Anas al-Sharif foi assassinado em uma tenda com outros colegas em frente ao Hospital al-Shifa, na Cidade de Gaza.

Em mensagem escrita em abril para quando fosse morto, al-Sharif disse que “viveu a dor em os seus detalhes”. 

“Apesar disso, nunca hesitei em transmitir a verdade como ela é, sem distorção ou deturpação, esperando que Deus testemunhasse aqueles que permaneceram em silêncio, aqueles que aceitaram nossa matança e aqueles que sufocaram nossas próprias respirações”, disse ele na mensagem divulgada após a morte.

Em comunicado, o Exército israelense disse que o profissional “era chefe de uma célula terrorista na organização Hamas e responsável por lançar ataques com foguetes”.

A Al Jazeera repudiou a acusação e destacou que Israel tenta impedir a divulgação dos acontecimentos do conflito. “Anas e seus colegas estavam entre as últimas vozes remanescentes de Gaza, oferecendo ao mundo cobertura in loco e sem filtros das realidades devastadoras sofridas por seu povo”, disse a emissora em comunicado institucional.

A organização Monitor Euro-Mediterrâneo de Direitos Humanos questionou a justificativa de que o profissional integrava o Hamas, uma vez que todos conheciam seu trabalho na imprensa.

“Atacar jornalistas nessas circunstâncias, com pleno conhecimento de seu papel e identificação clara, reflete um esforço sistemático para remover todos os meios de expor crimes, abrindo caminho para massacres mais amplos, isolados do escrutínio global”, disse a organização

Fome

Outro desafio vivido pelos jornalistas que tentam cobrir a guerra em Gaza é a dificuldade para acessar alimentos, devido ao bloqueio israelense do território e a distribuição de comida limitada por organizações controladas pelos Estados Unidos e por Israel.

Em julho deste ano, algumas das maiores agências de notícias do mundo, como a France-Presse (AFP), a Associated Press, a BBC News e a Reuters, disseram estar “desesperadamente preocupadas” com os jornalistas em Gaza após alertas de fome generalizada.

“[Nossos jornalistas] estão cada vez mais incapazes de alimentar a si mesmo e suas famílias”, disseram os meios de comunicação em rara declaração conjunta.

A Sociedade de Jornalistas da AFP destacou que, desde que a agência foi fundada, em 1994, perdeu jornalistas em conflitos. “Alguns ficaram feridos, outros foram feitos prisioneiros. Mas nenhum de nós se lembra de ter visto colegas morrerem de fome”.

O governo de Israel tem, repetidamente, negado que haja fome na Faixa de Gaza e alega que a Fundação Humanitária tem distribuído alimentos à população. A informação de Tel Aviv contraria diversas evidências que mostram o contrário, como as imagens de homens, mulheres e crianças famélicas e os relatos e relatórios de organizações que ainda atuam no enclave palestino, incluindo representantes das Nações Unidas.

 

Fonte: Agência Brasil