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Maranhão

Governo debate política pública de empregos para LGBTQIA+, indígenas e pessoas com deficiência

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Reunião debateu política de empregos inclusiva (Foto: Gustavo Sampaio)
Reunião debateu política de empregos inclusiva (Foto: Gustavo Sampaio)

Na tarde desta quarta-feira (13), o secretário de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), Simplício Araújo, reuniu com representantes da Secretaria de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop) e do Fórum Estadual de ONGs LGBTQIA+ do Maranhão.

A proposta do encontro foi debater políticas públicas de geração de empregos para a população LGBTQIA+, ou seja: lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, pessoas queer, intersexo e assexuais. Indígenas e pessoas com deficiência também foram incluídos na reivindicação.

Durante a reunião, Simplício Araújo ressaltou a importância de temas como trabalho e renda, além da necessidade da implementação de campanhas de inclusão dentro do mercado de trabalho maranhense.

“Essa reunião da Seinc com a Sedihpop e o Fórum Estadual de ONGs LGBTQIA+ é mais uma ação estratégica do Governo do Estado na atuação em prol da diversidade, da acessibilidade e da garantia de direitos. Esperamos que, nos próximos dias, possamos avançar na resolução destes problemas relacionados à discriminação e oportunidades no mercado de trabalho”, destacou o secretário.

O superintendente de Educação em Direitos Humanos, Airton Ferreira destacou a parceria entre as pastas para a promoção de inclusão social. “A parceria da Sedihpop com a Seinc visando a promoção dos direitos humanos da população LGBTQIA+, empregabilidade e inclusão no mercado de trabalho, impacta diretamente na vida dessas pessoas no sentido de aprimorar o mercado de trabalho e as instituições públicas e privadas para possibilitar a inserção desse público no mundo do trabalho de forma qualificada”, disse.

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“É papel do Estado promover dos direitos humanos das populações em maior vulnerabilidade, instituindo políticas públicas que viabilizem oportunidades de trabalho formal e qualificado, quebrando os preconceitos e discriminações. É uma demonstração de reconhecimento e promoção da dignidade da pessoa humana”, acrescentou Airton Ferreira.

Para o coordenador do Fórum LGBTQIA+ Estadual, Júnior Azevedo, o Maranhão tem avançado em algumas pautas desta comunidade e o debate sobre empregabilidade e formação profissional técnica possibilita o exercício da cidadania e a inserção dessa população ao mercado de trabalho.

“Se faz necessário o diálogo entre os movimentos sociais, os sindicatos, as organizações, as entidades que representam essa população juntamente com as secretarias, para avançarmos no sentido de garantir a plenitude em direitos e a materialidade em políticas públicas”, disse Azevedo.

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Fonte: Agência de Notícias do Maranhão

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