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CEARÁ

Ceará tem desafio de melhorar coberturas vacinais de crianças de até um ano

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Suzana Mont’Alverne – Ascom Sesa Texto
Francisco Oliveira Artes gráficas

O Ceará tem registrado queda nas coberturas vacinais em crianças com um ano ou menos de idade. Em 2021, a vacina contra tuberculose (BCG), por exemplo, alcançou somente 58,8% deste perfil da população – ante 64,9% (2020) e 99,2% (2019). Os imunizantes menigocócica C, pentavalente, pneumocócica, poliomelite e tríplice viral também ficaram abaixo do que preconiza o Ministério da Saúde (MS), que estipula cobertura vacinal de, pelo menos, 90%. Veja quadro abaixo:

Entende-se esta cobertura como a proporção de crianças menores de um ano que receberam o esquema vacinal completo em relação aos menores de 1 ano existentes na população. Os dados foram extraídos do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações.

A orientadora da Célula de Imunização da Sesa, Kelvia Borges, afirma que os índices são preocupantes. “A proteção iniciada em recém-nascidos e crianças é para a vida toda. A vacinação é a melhor maneira de investir na saúde. Além de seguro, estimula o sistema imunológico a nos proteger contra as doenças”, diz. “Temos um dos mais completos programas de vacinação e de graça”, pontua.

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As vacinas inseridas no calendário de imunização do órgão federal estão disponíveis nos postos de saúde em todos os municípios cearenses.

Fonte: Governo do Estado do Ceará

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