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Museu Geológico da Bahia completa 46 anos


Vinte e sete mil peças, fragmentos de um mundo fabuloso e provas concretas de descobertas fantásticas, foram se juntando ao longo dos últimos 46 anos e dão vida hoje ao acervo do Museu Geológico da Bahia (MGB), que celebra mais um ano de fundação nesta quinta-feira (04). Desde 1975, o museu, que pertence à Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) e abriga resquícios meteorológicos, geológicos, minerais e arqueológicos do território baiano, recebe visitantes curiosos em conhecer fósseis e réplicas gigantes de animais pré-históricos, corpos celestiais, cristais preciosos e a origem do Universo. O cenário precisou mudar ano passado, com a chegada da pandemia da Covid-19, quando o MGB fechou as portas para visitações presenciais, mas abriu uma importante conexão com o público via web: o “tour virtual”, acessível no site oficial do museu (www.mgb.ba.gov.br). 

“Olhares curiosos! É essa a reação das inúmeras pessoas que visitam o MGB, principalmente crianças e adolescentes. Mesmo na versão pela internet, a visita é encantadora. O Museu Geológico é um importante ativo para o estado, por salvaguardar toda a história das nossas riquezas minerais, origem da exploração do petróleo, meteoros que rasgaram o céu da Bahia e caíram em nosso território, fósseis de animais primitivos incríveis, que só vemos em filmes do cinema. Celebramos esses 46 anos do MGB trabalhando e torcendo para que essa pandemia passe logo, todo nosso povo seja vacinado, que vençamos esse momento mais crítico e possamos reabrir ao público as portas deste importantíssimo equipamento”, destaca o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico.  

História 

A inauguração do Museu foi marcada pela primeira exposição com a temática sobre Gemas e Rochas da Bahia, no dia 4 de março de 1975, no hall da antiga sede da Secretaria de Minas e Energia. Com o intuito de entregar um espaço mais confortável para o visitante e acolher reuniões científicas, dinamizar e qualificar as atividades dos serviços educativos do Museu, em 1985, foi criado um anexo com auditório, mezanino e salão de rochas ornamentais. Em parceria com a Secretaria de Cultura e Turismo, através da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB). Com o propósito de agregar ao MGB mais um espaço cultural e alternativo para a sociedade foi inserido o Cinema do Museu.  

Já o programa Exposição Itinerante teve início em 1986, com a primeira amostra de exposição no Município de Morro do Chapéu. Exposições como: “Bahia – 500 mil anos antes de Cabral”, no Salão de Fósseis, “Otto Billian” e “Energia dos Cristais”, marcam a história do Museu.  

Salas temáticas 

Nas salas Universo/Sistema Solar e Meteoritos, de forma lúdica e interativa, a história da origem do Universo e do planeta Terra, a apresentação dos meteoritos e crateras de impacto no Brasil, brilham aos olhos de quem visita. Nas salas Minerais, Rochas e Minérios são vistas as propriedades de acordo com a atual classificação científica de cada peça.  

O contexto histórico da extração de petróleo na Bahia, primeiro lugar onde jorrou o “ouro negro” no Brasil, e todas as etapas da pesquisa, da exploração, da produção e de seus derivados são apresentados na sala Petróleo.  

Já no Salão de Fósseis, um dos mais badalados, estão expostas evidências da vida primitiva, animais e plantas fósseis, com destaque para a megafauna mamífera, a exemplo do Mastodonte, que viveu na Bahia.  

Ao entrar no Salão de Rochas Ornamentais, o visitante terá a oportunidade de conhecer as rochas de ocorrências na Bahia, em seus diversificados aspectos e suas aplicações na construção e decoração. Destacam-se o “Mármore Bege Bahia”, o granito “Azul Bahia”, o “Conglomerado Marinace” e o quartzito “Azul Boquira”. 

Fonte: Ascom/ SDE

Fonte: Governo BA

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